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Rumo à formação de uma Comunidade Kolping em Esmeraldas, MG

Moradores do bairro Santa Cecília discutem a fundação de uma nova Kolping na região, em Esmeraldas. As reuniões estão sendo conduzidas pelo padre Ângelo Márcio, assistente religioso da Obra Kolping de Minas Gerais, na região de divisa entre Ribeirão das Neves e Esmeraldas

Apresentado ao movimento quando ainda trabalhava nas paróquias de Nova Lima (MG), o padre foi recentemente designado por Dom Edson Oriolo em entendimento com o Vigário Forâneo de Ribeirão das Neves, Padre José Geraldo de Souza, e pelo novo pároco do bairro San Genaro para ser responsável pela área da Paróquia São Judas Tadeu em Esmeraldas. A criação de uma nova paróquia com as comunidades de Esmeraldas já está sendo movimentada desde 2015 e conta com oito comunidades de dez bairros. Padre Ângelo tem divulgado a atuação da Kolping por lá. “É uma terra de missão e de muita tensão também. A ideia é que a Kolping possa fazer parte dessa nova realidade. Há uma demanda muito grande de questões sociais. Ao invés de criar uma associação completamente nova, eu apresentei nosso movimento para a comunidade. Há uma expectativa do apoio de outras comunidades, da Kolping do estado e da própria Kolping do Brasil, tanto de força quanto de presença e envolvimento”, explica o religioso.

Além das reuniões mensais no bairro, alguns moradores da comunidade participaram de reuniões da Obra Kolping Minas Gerais e visitaram outras comunidades. Uma delas foi Poliana Estefane, que explica que a vontade inicial era fundar uma creche comunitária. Por meio das reuniões, os interessados conheceram Kolping e estão se reunindo para definir os objetivos e formação da nova comunidade. “A creche seria muito importante, mas cursos profissionalizante para jovens e adultos, além de atividades físicas, de cultura, lazer e entretenimento também são. No nosso município falta incentivo para os jovens, e com a Kolping, podemos ter a ajuda que precisamos. Vai depender se nós todos darmos as mãos. Estou ansiosa!”, ela comenta.

A moradora do bairro São Francisco, Domingas Soares, também acompanha as discussões de perto. Ela afirma que a região é carente de projetos sociais. “Esperamos dar continuidade com as obras sociais e fico muito feliz em poder contribuir de alguma forma. Temos muitas expectativas e esperança que a comunidade Kolping traga muitos benefícios futuramente”, ela completa.

O projeto é uma semente

Para o padre Ângelo Márcio falta que mais moradores da comunidade se envolvam na proposta. “É um embrião, uma semente que está sendo lançada. Talvez a fundação seja em dezembro deste ano, ou quem sabe em dezembro do ano que vem? Resta a comunidade de Esmeraldas abraçar a proposta, comparecer nas reuniões em peso e participar. Pelas normas, são necessários 30 associados para fundar uma Kolping. Estamos ainda com 20% desse total. Mas conto que, pela esperança e pela intercessão do próprio Kolping, vamos conseguir fundar a comunidade Kolping do Santa Cecília”, conta o padre Ângelo.

O município de Esmeraldas, que fica a 60 quilômetros da capital, está localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte e conta com cerca de 60 mil habitantes. Atualmente, a Obra Kolping de Minas Gerais assessora 18 comunidades, em outros 14 municípios, que se dividem entre as regiões da Grande Belo Horizonte, Vale do Jequitinhonha e Sul de Minas. São comunidades com objetivos definidos a partir de cada realidade: como uma creche, uma cooperativa de artesãs e mesmo comunidades católicas. Clique aqui para saber mais.

 

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